Ivan Martins – Nossa Intimidade

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O editor-executivo da Época tem uma das colunas semanais que virou meu vício pela sinceridade, simplicidade e sensibilidade. O universo masculino menos testosterona e mais cerebelo agradece…

recomendo esta para os apaixonados: “Amar com Benedetti”

“(…) Li La Borra em Montevidéu, com lágrimas nos olhos, apavorado. Eu sentia naquela época que certos amores eram inextinguíveis. E a idéia me apavorava, porque parecia me bloquear a vida. Hoje eu sei que não é assim. Descobri, como Benedetti, que amores imensos nunca se vão de todo. Eles ficam na memória e nos moldam a vida, mas não nos impedem de vivê-la. Como os melhores livros.”

e esta pra entender porque escolhemos mulheres que lembram nossas mães: “Ô minha mãe…”

“(…) Quando olho para aquela velhinha magra e serelepe, que faz ioga, anda de bicicleta, cuida da casa sem ajuda e vai de ônibus pra lá e pra cá (rueira, como ela mesma diz), eu tenho dificuldade em ver nela a figura que, de alguma forma, moldou meu jeito de me relacionar com as mulheres.

Sim, porque a influência é inescapável. Afeta, por exemplo, a aparência e o temperamento das minhas escolhas.(…)”

boa leitura!

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