Archive for Organization

TEDx SP – Fernanda Viégas

3 razões pelas quais a Fernanda Viégas é um dos meus benchmarks:

1 – tornar coisas difíceis, fáceis de explicar

2 – misturar temas de meu interesse como linguagem, mídia social e jornalismo em obras-primas de design

3 – ela é linda!

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TEDx SP – Osvaldo Stella

auto-irônico e ambientalmente correto, essa deveria ser a aula mestra para engenharia neste país.

(senão… la maison tombé:)

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Trends in 2010

adivinhe o que irá bombar em 2010?

rental culture, unservice, crowdsourcing marketing, peacocking… ãhn?!?

mais uma dica do UoD

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TEDx SP – Paulo Saldiva

segunda palestra do dia 14/11, com o patologista Paulo Saldiva, mezzo médico mezzo ambientalista

highlight: piada do cemitério e analogia corpo-planeta

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TEDx SP – Guti Fraga

no primeiro de muitos posts sobre o TEDx SP (bato palmas para a organização!) inicio com a série com

o criador do Nós do Morro, Guti Fraga, no primeiro vídeo liberado do TEDx SP deste ano

em poucas palavras: uma avalance de pensamentos, emoção e mão-na-massa

sai da palestra emocionado, Guti esbanja sinceridade.

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Generación Y – Yoani Sánchez

reproduzo na íntegra o texto da Veja sobre a blogueira Yoani Sánchez e sua perseguição pelo governo cubano

“Eu achei que não sairia viva”

Quem vê a cubana Yoani Sánchez, blogueira conhecida por driblar a censura, automaticamente se contrai só de pensar no sofrimento a que seu corpo frágil, de apenas 49 quilos, foi submetido enquanto era surrada por três brutamontes dentro de um carro. Na tarde da sexta-feira 6, Yoani estava a caminho de uma quase impossível manifestação de protesto em Havana quando foi atacada por agentes da polícia política. Sofreu ameaças e espancamentos antes de ser jogada na calçada de um bairro longínquo. Yoani escreve há dois anos sobre as dificuldades de viver na ilha no blog Generación Y (www.desdecuba.
com/generaciony
) e é autora do livro De Cuba, com Carinho (Contexto). Vive sob vigilância, mas nunca havia sido fisicamente atacada. Aqui, ela descreve o ocorrido com exclusividade para VEJA e, com a habitual coragem, manda um recado ao “general” – Raúl Castro. De muletas, sequela do espancamento que a imobilizou em casa, pediu a uma amiga que levasse o relato em um pen drive até um ponto de acesso à internet para enviá-lo por e-mail.

 

Enrique de la Osa Reuters
DE MULETAS
Yoani Sánchez, em casa, depois de ser agredida: “Durante vinte minutos, nos espancaram
sem parar”

“Não era uma sexta-feira qualquer. As comemorações do vigésimo aniversário da queda do Muro de Berlim se aproximavam e um grupo de jovens artistas cubanos planejava uma passeata contra a violência naquele dia. A tarde era cinza em uma cidade onde quase sempre brilha um sol inclemente, que nos faz caminhar colados às paredes para nos beneficiarmos da sombra. Estavam comigo Claudia Cadelo e Orlando Luís Pardo, dois autores de blogs que recebem milhares de visitas a cada semana. Enquanto andávamos, contei a eles sobre uma desconhecida que, dias antes, havia se aproximado e me perguntado: “Você não tem medo?”, em referência, claro, ao fato de que digo livremente minhas opiniões em um país onde o governo detém o monopólio da verdade. Meus amigos sorriram quando narrei a eles a resposta que dei à transeunte angustiada: “Meu maior temor é ter de viver com medo”. Não imaginava que em poucos minutos eu viveria o terror de um sequestro e enxergaria o rosto da impunidade policial em sua forma mais dura.

Eu caminhava pela Avenida dos Presidentes, em Havana, com a intenção de participar da demonstração pacifista convocada pelos jovens. À altura da Rua 29, a uns 300 metros de onde estavam os manifestantes, um carro da marca Geely, de fabricação chinesa, cor preta e placa amarela, de uso privado, parou diante de nós. Três homens em trajes civis nos mandaram entrar no automóvel. Não se identificaram nem mostraram um mandado de prisão. Eu me recusei a obedecer. Disse que, como não tinham ordem judicial, seria um sequestro. Depois de uma breve discussão, um deles chamou alguém pelo celular, pedindo orientações. Imediatamente, os três começaram a nos tratar com violência para que entrássemos no carro. Enquanto nos empurravam, os homens do automóvel negro usaram o celular outra vez e uma viatura da polícia se aproximou. Pensei que os policiais nos salvariam. Pedi ajuda a eles, explicando que estávamos sendo atacados por supostos sequestradores. Os homens que estavam à paisana então deram ordens aos policiais para levar Claudia Cadelo e outra amiga que estava conosco. Eles obedeceram e ignoraram o pedido de ajuda que eu e Orlando fazíamos. As pessoas que observavam a cena foram impedidas de prestar ajuda, com uma frase que resumia todo o pano de fundo ideológico da cena: “Não se metam. Eles são contrarrevolucionários”. Fazendo uso de toda a força física e de um evidente conhecimento de artes marciais para nos dominar, obrigaram-nos a entrar no carro. Comigo empregaram especial violência, enfiando-me de cabeça para baixo e me mantendo imobilizada com um joelho sobre o peito.

Dentro do veículo e durante cerca vinte minutos, os sequestradores nos espancararam sem parar. Frases de mau presságio saíam da boca daqueles três profissionais da intimidação: “Yoani, isso é o seu fim”, “Você não vai mais fazer palhaçadas”, ou “Acabou a brincadeira”. Achei que não sairia viva. Tentei escapar pela porta, mas não havia maçaneta para acionar. A certa altura, o carro parou. Eu já tinha perdido a noção do tempo. Do lado de fora, caía a noite. Finalmente, ambos fomos jogados em plena via pública, longe do lugar onde se realizava a passeata contra a violência.

Por causa dos golpes desferidos por esses profissionais da repressão, estou com a face esquerda inflamada. Tenho contusões na cabeça, nas pernas, nos glúteos e nos braços, além de uma forte dor na coluna, que me obriga a caminhar com muletas. Na noite de 7 de novembro, um sábado, fiz uma consulta médica, mas não quiseram redigir um exame de corpo de delito sobre os maus-tratos físicos. A médica teve de me atender na presença de um funcionário que estava ali apenas para me vigiar. Uma radiografia mostrou que não havia traumas internos, apesar dos sinais exteriores das pancadas. Recebi apenas algumas recomendações para minha recuperação.

Eu já me sinto fisicamente melhor e desde sexta-feira tenho uma ideia constante. As autoridades cubanas acabam de compreender que, para silenciar uma blogueira, não podem usar os mesmos métodos com os quais conseguiram calar tantos jornalistas. Ninguém pode despedir os impertinentes da web nem lhes prometer umas semanas na Praia de Varadero ou presenteá-los com um Lada. Muito menos podem ser cooptados com uma viagem para o Leste Europeu. Para calar um blogueiro, é preciso eliminá-lo ou intimidá-lo. Essa equação já começou a ser entendida pelo estado, pelo partido e pelo general.

link para o blog Generación Y

uma palavra: L-A-M-E-N-T-Á-V-E-L

Novembro de 2009 e ainda temos casos de repressão ao direito de liberdade de expressão como esse e o de Ai Wei Wei, artista plástico chinês que sofreu traumatismo craniano pela violência e ignorância do covarde governo chinês.

Tenho uma frase que escutei sábado no TEDxSP que não sai da minha cabeça e resume um pouco do que penso sobre esses crimes governamentais “Seus atos falam tão alto que eu não consigo escutar o que você diz!” (Van Groningen)

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The Future of Internet

adoro essas mini-aulas animadas…

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Larry Page na Carnegie Mellon

ok, meio piegas, mas é bom ouvir essas coisas de vez em quando 🙂

“you cannot plan innovation, you cannot plan invention, all you  can do is try very hard to be in the right place and be ready”

dica da HSM

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Viva o poder colaborativo!

Uhu! fiz um jabá aqui e vai rolar mesmo o TEDx São Paulo dia 10.10.2009 no Auditório do Ibirapuera

galera, parabéns fiquei muitíssimo feliz com esse evento e com o tema: “O que o Brasil tem a oferecer para o mundo?”

nos vemos lá!

não sabe do que estou falando? segue a matéria do Link do Estadão…

Tecnologia, entretenimento e design em discussão

por Tatiana de Mello Dias , Seção: InternetCultura digitalGrátis às 16:49:43 .

Começou na terça-feira 21, em Oxford, a conferência mundial da comunidade TED (Technology, Entertainment, Design). O evento reúne ex-presidentes dos EUA, ganhadores do Nobel e a nata dos pensadores no mundo – nessa quarta, por exemplo, quem deu a pinta por lá (sem ser convidado) foi o primeiro-ministro da Inglaterra, Gordon Brown, para falar sobre política e tecnologia.


Gordon Brown durante a conferência (TED/James Duncan Davidson)

Brown disse que as novas ferramentas de comunicação têm o poder de revolucionar a política – que jamais será a mesma. Citou como exemplos a resistência à eleição no Irã e no Zimbábue – para ele, as pessoas munidas de celulares nas mãos e com a capacidade de blogar podem fazer revoluções ao entrar em contato com a comunidade mundial. “Mudanças da tecnologia criaram a possibilidade das pessoas se conectarem ao redor do mundo”, disse ele.

A conferência surgiu há 25 anos em Long Beach, nos EUA. Todos os anos acontecem dois grandes encontros, na Inglaterra e nos EUA, e alguns esporádicos pelo mundo. São reunidos especialistas que vão das ciências às artes, passando pela religião, para falar por 18 minutos (exatos) para uma seleta platéia (que, aliás, tem twittado com afinco sobre o evento).

Não é qualquer um que senta naquelas cadeiras. Para ser um ‘tedster’ e entrar na ‘comunidade TED’ é preciso preencher um formulário e ser pré-aceito. As inscrições se esgotam com um ano de antecedência. Além disso, cada uma das 700 pessoas em Oxford pagou cerca de US$ 4.500 para participar do evento.

Inacessível? Nem tanto. Todo o conteúdo está disponível online para singelos mortais. Melhor: o TED tem uma comunidade de tradução colaborativa – há uma quantidade razoável de conteúdo em português no site do evento.

No Brasil
Os brasileiros, aliás, ficarão nesse ano mais próximos da comunidade internacional. No início do ano foi criado o TEDx, encontro independente. No Brasil, o evento está marcado para 10 de outubro em São Paulo. “Um dos objetivos é quebrar a hegemonia da língua inglesa na transmissão do conhecimento. A idéia é garimpar e encontrar idéias e conhecimentos locais que sejam relevantes para o mundo”, disse Helder Araújo, membro da comunidade internacional e um dos responsáveis pelo evento brasileiro.

O TEDx São Paulo tem uma (grande) vantagem em relação ao gringo: será gratuito. Não pense, porém, que basta chegar lá e sentar na cadeira para assistir às palestras. É preciso, também, ser aprovado. A partir da semana que vem os organizadores disponibilizarão um formulário no site do evento para selecionar os possíveis interessados.

“Existe uma seleção quase que meritocrática, feita com base na disponibilidade das pessoas, as idéias e a vontade de transformar. O que a gente quer é uma diversidade de idéias, alinhada com a vontade de fomentar o conhecimento holístico”, explica Araújo. O tema da edição brasileira é “O que o Brasil tem a oferecer ao mundo hoje”.

Para saber mais, dê uma espiada no site do evento, entre para a comunidade no Facebooksiga-os no Twitter.

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David Pogue’s secrets revealed

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costumo acompanhar algumas dezenas de jornais, revistas e sites todo dia para me atualizar sobre o que há de melhor no mundo sobre assuntos que me interessam (zeitgeist!), e que de vez em quando disponibilizo no blog que vos fala.

quando se trata de tecnologia um das minhas fontes de informação preferidas é a coluna semanal do David Pogue no New York Times, que além de ser geralmente engraçada, tem uma auto-crítica da necessidade de novidades da sociedade moderna que me atraem muito mais do que os Gizmodos da vida…

que nesta semana revela seus segredos de produtividade pessoal aqui

aproveite!

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