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na The Economist nossa política externa parece piada…

a primeira frase deste artigo da The Economist resume nossa política externa em poucas palavras…

“HOW should you deal with elected leaders who view their domestic opponents as agents of foreign powers and occasionally muse about invading their neighbours? Brazil has some experience of this question after ten years of the presidency of Hugo Chávez in Venezuela. Its answer has always been simple: hug them close. This week that approach was stretched a little further when Iran’s president, Mahmoud Ahmadinejad, was received in Brasília on a state (…)

Brazil risks overstepping the mark in its desire to be seen as an important country. Earlier this month, when Israel’s president, Shimon Peres, was in Brasília, President Lula talked about Brazil helping to solve the Israeli-Palestinian conflict. His suggestion of a football match between Brazil and a mixed team of Israelis and Palestinians is nice enough. However, Brazil has failed to settle far simpler disputes between Argentina and Uruguay, Venezuela and Colombia, and Honduras’s political rivals…”

artigo completo aqui

 

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sobre imigração e subversão

resumindo a restrição das cotas para estrangeiros:

quanto mais se agrava a crise financeira, mais leis e restrições aos imigrantes e maior a tendência à xenofobia. Aumentam-se os incentivos para os imigrantes voltarem para seus países de origem para diminuir o risco de maiores problemas sociais como violência e desemprego.

Espanha, Itália, Estados Unidos, França, Japão… todos tomando medidas para enviar os cucarachos de volta…

não vou chorar as pitangas aqui, apesar de querer mandar todo mundo catar coquinho

mas… a subversão cultural é possível, como o grande Hernán Casciari escreveu no livro “España, decí alpiste”:

“Después de la crisis de 2001, una nueva camada de argentinos desembarcó en España. Fueron muchos, estaban muertos de hambre, eran profesionales de clase media y tenían un afán secreto: corromper la cultura ibérica hasta desestabilizarla.

Entre sus objetivos a corto plazo se destacaban: contaminar la gastronomia peninsular, seducir a la mujer española, ocupar postos directivos, posicionar a sus artistas, imponer sobremesas filosóficas, masificar e consumo de dulce de leche, obligar a los hinchas de fútbol a entonar cantitos con argumento, educar al carnicero en el corte paralelo al nervio, dar protagonismo a sus actores en la tele y, sobre todo, invadir las guarderías españolas de chicos con apellidos terminados con la letra ‘i’ ”

leia aqui a reportagem da The Economist que me inspirou

e clique na figura para saber mais sobre o livro citado… (indicadíssimo para qualquer pretendente a imigrante 🙂

[España+decí+alpiste.jpg.jpg]

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Still a lot to learn – The Economist

“Still a lot to learn”… esse é o título da triste reportagem de hoje da The Economist que dá um panorama geral da educação brasileira

estranho notar que nossa moral lá fora nunca esteve tão alta economically speaking  menos no que dá sentido a toda essa marolinha de desarollo tupiniquim, os fundamentos, educação de base, gente habilitada pra tocar tudo isso e cresce, melhorar…

e fica ainda mais pesado quando a reportagem mostra nosso péssimo boletim escolar desde que éramos colônia lusitana até hoje, quando se tornou cool publicar vídeos de adolescentes brigando em salas de aula

com quantas letras se escreve educação?

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